Atritos entre sócios, expectativas desalinhadas e burnout estão entre as principais causas de uma startup não dar certo, e são os riscos que a due diligence tradicional não costuma medir. Eu ajudo a enxergar e a fortalecer essa camada humana, antes do investimento e ao longo da jornada.
Uma das principais causas de uma startup não dar certo raramente cabe num modelo financeiro: o fator humano. A sociedade que azeda, a expectativa que ninguém alinhou, o fundador que colapsa quando a pressão chega. Por não aparecer numa planilha, passa direto pelo comitê.
Há ainda um paradoxo que trava tudo: o fundador esconde a fragilidade com medo de queimar a próxima rodada. A leitura precisa vir de fora, com método e sigilo, não como vigilância, mas como informação que protege todos os lados.
O risco humano aparece em dois momentos do seu trabalho: na decisão de investir e na vida da empresa depois do aporte. Eu atuo nos dois.
Avaliação dos sócios, auditoria de atrito societário e leitura de cap table, fechadas num parecer de risco humano para o comitê. O lado comportamental do due diligence antes do investimento.
Pontual · pré-aporteCanal neutro e sigiloso com os fundadores da carteira, desvinculado do board. Mapeia atrito societário e indicadores de esgotamento antes do colapso e devolve ao fundo uma leitura de risco acionável, sem expor o sigilo de cada conversa.
Recorrente · pós-aporteSeu programa desenvolve produto, growth e narrativa. Mas parte do que faz um time não chegar ao fim do ciclo não é técnica, é a relação entre os sócios e o desgaste da jornada. Cuidar da prontidão humana é um diferencial concreto do programa e ajuda a proteger sua taxa de graduação.
Avaliação dos times no início do ciclo, com mapa de risco societário por startup.
Sessões de alinhamento de expectativas, conflito societário e leitura de indicadores de estresse.
Intervenção estruturada quando o atrito aparece, antes de custar um time inteiro.
Clareza para decidir sob pressão, energia que não colapsa, uma sociedade que aguenta crescer. É isso que faz a empresa andar, e é o primeiro a sofrer quando a pressão aperta. Leio com você o que drena essa potência antes de virar crise. Não é terapia, é cuidar do que faz você performar.
A relação entre sócios sob a lente da potência: expectativas, visão de futuro, preparo financeiro e familiar, perfil de aprendizagem.
Condução estruturada das conversas difíceis antes que virem ruptura, ou write-off.
Leitura contínua do que drena a sua energia, para agir antes da crise se instalar.
Um método que lê o risco humano com a disciplina de uma diligência, informado por psicologia, sem ser consultório. Não testa a personalidade da pessoa: lê o preparo e a consciência da sociedade em seis faixas. Passe o mouse ou toque em cada bloco para ver a leitura.
Líder em inovação, novos negócios e desenvolvimento de ecossistemas, com mais de 10 anos de experiência conectando startups, grandes empresas, investidores e oportunidades de mercado. Ao longo da carreira, conectei mais de 5.000 startups a corporações, capacitei 3.000+ executivos e conduzi mais de 200 desafios estratégicos de inovação. Em 2018, fui reconhecido pela revista Você S/A como o primeiro Startup Hunter do Brasil.
Combino experiência em open innovation, venture programs e parcerias estratégicas com formação em Psicologia, trazendo uma leitura sistêmica sobre comportamento empreendedor, tomada de decisão e risco emocional em ambientes de alta incerteza. Meu foco é apoiar startups, corporações e fundos de Venture Capital a construir iniciativas mais saudáveis, resilientes e preparadas para crescer.
Uma conversa de 30 minutos para entender o seu caso: um portfólio, um programa ou uma sociedade.